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Controle de emissão ambiental

A indústria química, como todo o restante da indústria, deve controlar as emissões antes de descarregá-las ao meio ambiente. Os contaminantes tóxicos e perigosos são compostos orgânicos e metais inorgânicos ou íons com uma toxicidade e potencial cancerígeno e/ou mutabilidade definidas. Existem muitos tipos de emissões provenientes das indústrias químicas. Algumas das quais são:

Monóxido de carbono (CO) como resultado de processos industriais e combustão incompleta da madeira, óleo, gás e carvão.

Dióxido de carbono (CO2) e óxidos Nítricos (NO e NO2) como resultado da combustão do gás, do óleo e do carvão.

Sulfureto de Hidrogênio (H2S) e metilmercaptano (CH3SH) como resultado dos processos utilizados nas fábricas de papel.

 

Controle de emissão ambiental - Técnicas analíticas

A técnica mais usada para o controle de emissões gasosas é a cromatografia de gases (CG) com o detector correspondente. O método mais comum para monitorar hidrocarbonetos é um CG com um detector de ionização por chama (FID). Outro tipo de detector para monitorar os hidrocarbonetos é o detector de foto-ionização (PID). O PID tem a vantagem de não requerer nenhum gás combustível como por exemplo hidrogênio, porém apresenta a desvantagem é que não é sensível aos hidrocarbonetos C2-C4. O detector de captura de elétrons (ECD) é especialmente sensível aos compostos halogenados. Para detectar compostos que contenham enxofre utiliza-se o detector fotométrico de chama (FPD). Um CG-MS também é utilizado frequencia para identificar os compostos nas emissões.


Os métodos químicos e espectroscópicos também são utilizados para a análise. Os métodos químicos mais comuns são aqueles nos quais o contaminante buscado é capturado em uma solução de absorção na qual é produzida a reação de formação de cor. A mudança de cor indica a presença do contaminante e a intensidade da cor é proporcional à concentração do contaminante. Os métodos mais adequados para o monitoramento de metais em emissões são a
espectroscopia de absorção atômica (AA) e o plasma de acoplamento indutivo (ICP).


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